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Michael Jackson | Os 10 fatos mais marcantes da carreira do astro

Michael Jackson sempre foi cercado pelo sucesso e polêmicas. Mas, para entender o “Rei do Pop“, é preciso levar em consideração momentos importantes que marcaram a carreira dele. Abaixo seguem os 10+ em ordem decrescente:

10. O início na música com o Jackson 5


O pai de Michael, Joseph, transfere para os filhos o sonho de fazer sucesso na música. E, pouco depois de pegá-los brincando com sua guitarra, decide apostar em um grupo formado por cinco deles (Joe, como também é chamado, e Katherine, a mãe, tinham nove filhos). O prodígio Michael, com apenas onze anos, já se mostrava o mais talentoso entre os irmãos, e logo destacou-se como o principal — e mais carismático — integrante dos Jackson 5. No fim dos anos 60, o single I Want You Back voou para o topo da Billboard como sucesso absoluto.

9. A aposta na carreira solo


A dança e a afinação de Michael no Jackson 5 o colocavam no centro das atenções. Daí, para a carreira solo, seria apenas um pulo. E foi o que ele fez, nos anos 70, encorajado pela própria gravadora. E à medida que percebia o tamanho de seu talento e o quanto agrada ao público, mais ele se distanciava dos irmãos e da severidade do pai e mais se aproximava da fama absoluta. No fim da década, o primeiro álbum já adulto, Off The Wall, com o single Don’t Stop Till You Get Enough, deixa público e crítica de queixo caído.

8. A criação de We Are The World


Raros são os artistas que podem se orgulhar de criar um hino. Mas não uma letra qualquer, sem significado e que as pessoas são obrigadas a cantar. Michael Jackson escreveu um hino forte e emotivo, que passou a representar qualquer mobilização por ajuda humanitária. Esse é We Are The World, composto em 1985 com o objetivo de arrecadar fundos para a campanha USA for Africa (Estados Unidos pela África) de luta contra a fome. Mais de 40 celebridades, entre elas Ray Charles e Steve Wonder, cantaram a música que acabou premiada com três Grammy Awards — de melhor canção, gravação e performance em grupo.

7. A entrevista ao vivo para Oprah


Michael Jackson abriu as portas de sua casa, o Rancho Neverland, para a apresentadora Oprah Winfrey, em 1993. Era a primeira vez que concedia uma entrevista ao vivo. Foram 90 minutos sem cortes de “bate-papo” — como definiu Oprah mais tarde, confessando não ter levado nenhuma pergunta pronta. Inesperadamente, o astro já consagrado se dispôs a falar sobre temas delicados de sua vida, como os abusos físicos e psicológicos que sofria do pai quando criança e a mudança na cor da pele, que segundo ele era culpa do vitiligo (doença autoimune que causa a perda da pigmentação). O programa foi visto por mais de 100 milhões de pessoas.

6. O acidente na gravação de um comercial


Um inocente comercial de TV pode ter desencadeado alguns dos comportamentos mais excêntricos da vida de Michael Jackson. Na gravação de um vídeo para uma marca de refrigerante, uma falha nos efeitos especiais colocou fogo no cabelo do cantor. Cerca de 3.000 pessoas acompanhavam as filmagens e viram os seguranças correrem para socorrê-lo. Ainda assim, Michael foi levado ao hospital com queimaduras de segundo e terceiro graus no couro cabeludo. Durante a recuperação, precisou tomar doses cavalares de medicamentos para aliviar a dor e suportar as inúmeras cirurgias a que foi submetido. Há boatos de que sua fixação por analgésicos e a obsessão por cirurgias plásticas tenha começado aí.

5. A turnê que nunca aconteceu


Michael Jackson causou verdadeiro furor ao anunciar sua volta aos palcos após oito anos de jejum. Seriam 50 megashows em Londres, a partir de julho de 2009, ao longo de sete meses. Os ingressos se esgotaram em apenas cinco horas e estimava-se um público total de mais de 1 milhão de pessoas. Dias antes, porém, uma parada cardíaca cessou os trabalhos do rei do pop. Ele já vinha com a saúde fragilizada e piorou devido à sequência exaustiva de ensaios — que renderam o documentário This Is It. Aos fãs, só restou o ingresso para a turnê que nunca aconteceu — a maioria preferiu ficar com o bilhete a ter seu dinheiro de volta.

4. O título de ‘Rei do Pop’


Michael Jackson era um ícone, um artista diferenciado, um verdadeiro mutante no palco, mas até então ninguém lhe havia conferido o título pelo qual seria definido mundialmente. A merecida coroa simbólica lhe foi dada pela atriz e amiga Elizabeth Taylor que, em 1989, o anunciava para a entrega de dois prêmios no American Music Awards. “Na minha opinião, o verdadeiro rei do pop, rock e soul”, resumiu ela. Público e imprensa aprovaram e, desde então, o cantor passou a ser chamado “King of Pop”.

3. A era Bad


Michael sempre foi especialista em quebra de recordes. Mas quando lançou o disco Bad, em 1987, ele extrapolou todos os limites. Foi um período de conquista de números surpreendentes: 5 dos 7 singles lançados alcançaram a 1ª posição na Billboard Hot 100 — foi o artista que conseguiu emplacar o maior número de músicas de um mesmo álbum no topo do ranking; conquistou o 1º lugar nas paradas de sucesso de 25 países; foi o álbum mais vendido no ano de lançamento e no seguinte; e, ainda por cima, sua turnê — a primeira mundial como artista solo — bateu recorde de público atraindo mais de 4,4 milhões de pessoas para 123 shows em 15 países.

2. O primeiro Moonwalk


O ano era 1983. A ocasião, festa de 25 anos da gravadora Motown com um público de 3.000 convidados e mais 50 milhões de pessoas que assistiam à transmissão pela TV. A música: o sucesso Billy Jean. Michael decide arriscar uma novidade que já vinha ensaiando e desliza os pés no chão, andando de costas, no “passo da lua”. Foram menos de três segundos, mas o suficiente para levar todos ao delírio, eternizar Moonwalk (que fora inventado anos antes por outro artista americano) como o passo de dança mais comentado e imitado de todos os tempos e fazer o mundo perceber que Michael não era um artista comum.

1. O fenômeno Thriller


O mundo da música nunca mais foi o mesmo depois de Thriller. Muito menos a carreira de Michael Jackson. Foi esse álbum — o mais vendido em toda a história até hoje — que lhe garantiu o assento no trono que ocuparia dos anos 80 para todo o sempre. Foi o clipe da música-título do disco, feito em um curta-metragem de 14 minutos ao custo — extraordinário na época — de 600.000 dólares, que mudou a produção e a concepção de vídeos musicais. E foi todo esse sucesso que lhe garantiu uma estrela na calçada da fama de Hollywood e nada menos do que oito Grammy Awards.

Via Blog 10+

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