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Novidades sobre o uso da internet

Estudos recentes apontam que o uso da internet, principalmente o uso das redes sociais para consumo de notícias, caiu cerca de 6 pontos percentuais.

Jovem navegando na internet em um tablet ipad. Tocando na tela. Com notebook ao fundo.

Todos os meses, pesquisas são realizadas sobre a movimentação na internet. Quais sites são os preferidos, a depender da faixa etária, país. Quem usa mais streaming, quem fica jogando no celular, tudo é analisado a fim de se estudar a mídia, a inserção de propagandas, a atuação do merchandising, etc. De seis em seis meses, algumas conclusões são divulgadas.

Os estudos mais recentes mostram que o uso das redes sociais para consumo de notícias caiu cerca de 6 pontos percentuais nos Estados Unidos, após anos e anos em crescimento. O mesmo aconteceu no Reino unido e na França. O maior culpado deste índice é o Facebook.

A rede social mais famosa do planeta resolveu mudar seus algoritmos, dando preferência a postagens de amigos e familiares, o que fez com que empresas grandes – como o jornal Folha de São Paulo, por exemplo – decidissem abandonar a plataforma.

De acordo com o estudo “2018 Digital News Report”, o resultado disso foi o aumento do uso de aplicativos de mensagens instantâneas, como o Whatsapp, para o acesso a informação. 48% dos brasileiros afirmaram se informar através do aplicativo. Apesar da mudança, grandes sites de informação continuam a ter assinaturas pagas, com números de inscritos inalterados.

Os apps de bloqueio de propagandas e anúncios – também disponíveis como extensões em navegadores – vem aumentando exponencialmente, chegando a 42% dos internautas gregos fazerem uso deles. Por causa da dificuldade em chegar ao público-alvo, muita gente está apelando para postagens pagas. 9 entre 10 entrevistados afirmou já ter pago por um post.

Escravos do smartphone

Meninas sentadas em uma praça mexendo no celular; usando o smartphone para navegar na internet ou falar no whatsapp

Nos Estados Unidos, 54% dos adolescentes revelaram que eles mesmos acham que passam tempo demais no celular. Quase todos checam seus celulares assim que acordam. As garotas ficam mais tempo nas redes sociais e os garotos acessam os aparelhos com intenção de jogar.

54% também afirmaram que a falta do celular lhes transmitem sensação de solidão, abandono, ansiedade e até raiva. Quase todos querem diminuir o uso do aparelho, mas poucos conseguem algum sucesso na empreitada.

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