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Você é contra ou a favor do aborto? Vai pensando aí.

A dica desse vídeo quem deu foi o Guilherme Louro do blog A Camisa 12. Trata-se do filme da Agência Santa Clara para a organização não-governamental Ipas Brasil, que trabalha pela melhoria da atenção para as mulheres em situação de violência sexual e nas complicações derivadas do aborto inseguro.

No filme, populares são abordados nas ruas com a pergunta: “Você é contra ou a favor do aborto?”.

Assunto polêmico. Você tem opinião formada?

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10 Comentário(s)

  • Alessandro, primeiro parabens pelo tema, vou aproveitar e postar no Toque Social tb. Segundo, nao tenho dúvidas de que sou absolutamente a favor da liberalização do aborto. Um tema que já nem deveria ser debatido. Mas enfim, vamos acompanhar esta campanha pra ver no que vai dar.
    Abraço e passe pelo Toque Social que reativei.

  • Esse filme tem muitos méritos. Um deles é cumprir, do ponto de vista técnico, a maior tática para legalizar o aborto em qualquer lugar: não ser totalmente sincero.
    Primeiro veste uma posição neutra de que o IPAS não levanta nenhuma bandeira nesta causa. Nada mais falso. O IPAS é uma das maiores organizações que promovem o aborto no mundo inteiro, especializada em treinar aborteiros em países onde o aborto é ilegal. No nosso país ele treina esses médicos no hospital do Jabaquara para a aspiração manual intra uterina, técnica de sucção que destroça o feto. E recebem muito dinheiro norte-americano para isso.

    Segundo, novamente sob a faixada da neutralidade, cria-se um jogo de perguntas para chegar num resultado comum que levaria, segundo a opinião das pessoas, à própria descriminalização do aborto, maior argumento para a legalização da prática. “Sou contra o aborto, mas também contra a criminalização”. Ora, se não há crime, logo se torna legal. Portanto, logo se vê que nada há de neutro na campanha. Mas traveste-se de neutro para não cair no crime de apologia ao crime. Nem o IPAS, nem a Santa Clara são tão ingênuos para se posicionarem as claras nisto.

    Querer criar um debate sobre o aborto sob o pretexto democrático é não saber precisamente nem o que é debate, nem democracia. Se sabemos que o nascituro é um ser humano (pois não é um sapo ou uma coisa, é da nossa espécie e tem um coração pulsante), se sabemos que todos para chegarmos aonde chegamos tivemos de passar por essa fase, não há o que discutir. Não vemos por aí pessoas convocando debates sobre a descriminalização do assalto, nem do sequestro (nem se pretende diminuir a mortalidade paterna por crimes maus feitos). Não se debate negociar uma vida humana, ainda mais na sua fase mais indefesa. Se sabemos que democracia é o governo do povo, pelo povo, para o povo, mas excluímos o povo ainda por nascer, não estamos numa democracia, mas num regime totalitarista.

  • sou contra e um abisurdo isso nao e coisa de Deus nao e coisa de gente e coisa do capeta
    quem fas isso nao tem amor na vida
    pode ter serteza que e mau amado

  • Matar um ser inocente que não pode reagir é covardia.Vc que é a favor do aborto deveria se colocar no lugar do feto e não da mãe.ninguem pode decidir quem deve morrer.

  • ABORTO É ASSASSINATO.

    Viu o filme de um aborto de 12 semanas divulgado por especialistas da Igreja Católica?

    É triste vê o neném já em formação sendo sugado aos pedaços; depois a cabeça, por ser grande, tem que ser triturada para sair na sucção. O neném se mexendo, parece querer fugir preso ali.

    Imagine um aborto de 15 semanas.

    QUAL A MÃE QUE TEM PRAZER EM MATAR O SEU FILHO ASSIM?

    Essas mães são convencidas, totalmente idiotizadas.

    Comé?

  • o aborto é uma vergonha

    O aborto ajuda a mulher?

    Sejam quais forem os motivos que a originam, alguns permitidos por lei, qualquer interrupção da gravidez é uma agressão para a saúde física, mental e emocional da mulher. Sabe-se actualmente que qualquer mulher que aborta voluntariamente, mesmo nas melhores condições de assistência médica, tem um risco acrescido de lesões do aparelho genital, infertilidade, abortamentos espontâneos posteriores, prematuridade em gravidezes ulteriores, entre outros. Mais difíceis de quantificar, mas não menos importantes, são as consequências ao nível da saúde mental, nomeadamente depressão, sentimentos de culpa, sentimentos de perda, abuso de substâncias tóxicas e mesmo suicídio. O Colégio da Especialidade de Psiquiatria do Reino Unido (Royal College of Psychiatrists) chamou a atenção, já em 1992, para uma das consequências da liberalização do aborto nesse país: “Ainda que a maioria dos abortos seja realizada com base no risco para a saúde mental da mulher, não há justificação de natureza psiquiátrica para o aborto. [Pelo contrário], coloca as mulheres em risco de sofrerem perturbações psiquiátricas, sem resolver qualquer problema dessa natureza já existente”.
    Por outro lado, a despenalização total do aborto, ainda que nas dez primeiras semanas de gravidez, em vez de valorizar a vontade da mãe da criança pode expô-la a pressões por parte de familiares, do pai da criança, da entidade patronal ou mesmo de profissionais de saúde (p.e. por um alegado risco de malformações no feto, que muitas vezes não se verifica), no sentido de interromper a gravidez, mesmo contra a sua vontade. Quanto mais permissiva for a lei, maior é a probabilidade destas situações ocorrerem.

  • Deus é justo, dando-nos toda a sabedoria e liberdade para vivermos plenamente bem no mundo. Mas ao invés disso, a sabedoria que inventou ferramentas para auxiliar nas nossas tarefas: como as facas, se tornaram em espadas. E a liberdade para se fazer de tudo e até voar, como a invenção do avião: tornou-se em uma arma mortífera de guerra. E hoje, a energia atômica, que assim como o fogo que devidamente dominado não nos causa danos, poderia se tornar em uma energia limpa, não poluidora, evitando assim os catastróficos abalos climáticos causado pelo o aquecimento global, infelizemente, é usado para a supremacia militar de países detentores de bombas atômicas.
    E dessa forma, nações levantam as suas bandeiras, e o que era para ser comunismo de fato, não exerce a sua função em governar em prol da palavra que leva o seu próprio nome: em prol da comunidade. E a democrácia, cada vez mais descaradamente governa somente para os quem têm mais dinheiro, sendo notorio que países capitalista como os E.U.A protejam somente as empresas, deixando a sua população passando necessidades básicas como moradia e alimentação.
    A miséria no mundo de fato sempre existiu, mas agora que ela pegou uma maior parte da população mundial, temos cada vez mais conciência que ela ocorre porque o mundo todo gasta dinheiro em armamento e em outras coisas fúteis.
    A exemplo disso, um conhecido país chamado Japão conseguiu se tornar, na década de 90, a maior potência econômica mundial. Fato devido porque o país investiu dinheiro somente no social (principalmente educação) e na economia, mas menos em armamento, devido a rendição na II Guerra mundial imposta pelos os E.U.A.
    No entanto, não é somente em guerra que o homem gasta em vão o dinheiro, em pesquisas espaciais e científicas também.
    Muitas pessoas com as promessas de ter uma vida após morte no funturo vindouro através da evolução das pesquisas científicas como clonagem e células troncos, pagam fortunas para terem seus corpos congelados quando morrem. E essas empresas científicas (tendo grande capital) age fortemente influenciando o mundo através de uma discreta propaganda pró-aborto, para terem mais recursos e liberdades em suas pesquisas. E a China, lugar onde ocorre maior número de aborto no mundo, é onde se demostra mais avançada nesses tipos de pesquisas.
    O mundo vive um caos, e ao invés de proteger as pessoas mais fracas como deveria acontecer, o mundo está fazendo o contrário matando-as, seja deixando crianças morrerem de fome, como abortando.
    Preferimos culpar a Deus por todas as calamidades, sendo que ele próprio viveu na pobreza e sentiu todas as aflições na carne.
    E chegará um dia em que estaremos todos diante Dele, E Ele estará com todos os querubins e serafins à sua volta. Então, diante de todos aqueles anjinhos que o mundo abortou e deixou morrer de fome, quem terá coragem de olhar para os olhos de Deus?

  • ABORTO – Onde inicia esta obra das trevas? E o Brasil, como está ?
    Neste primeiro momento em que escrevo à tão conceituada Site, gostaria de apresentar informações importantíssimas colhidas pelo Movimento em Defesa da Vida – MDV, e que devem ser divulgadas a todo cidadão Pernambucano, bem como a toda Nação Brasileira.
    Em seu artigo intitulado “DE ONDE VEM O MOVIMENTO MUNDIAL A FAVOR DO ABORTO?”, o MDV diz, e nós aqui ratificamos que sempre houve um grupo muito reduzido de pessoas a favor da legalização do aborto no mundo, mas o movimento foi ganhando adeptos e se fortaleceu graças à iniciativa de um mega-bilionário americano de nome John Rockefeller III. Herdeiro de uma imensa fortuna e de uma extensa rede de instituições filantrópicas, sentiu-se atraído nos anos 50 pela questão ainda emergente da explosão populacional que “ameaçava” a soberania dos países ricos, em especial os Estados Unidos. O problema poderia ser resolvido promovendo o desenvolvimento educacional e econômico do terceiro mundo, mas em vez disso, as organizações Rockefeller resolveram utilizar-se de seus fabulosos recursos para tentar resolver o problema através do controle direto da natalidade, dentre os quais o principal método viria a ser o aborto. Em 1952 Rockefeller e mais 26 especialistas em demografia fundaram em Williamsburg o Population Council, a organização que desencadeou o projeto mundial de controle populacional. O Conselho Populacional arrastou na sua esteira, imediatamente a seguir, a imensa Fundação Ford e as próprias organizações Rockefeller e, a partir de 1990, uma quantidade extraordinariamente grande de outras e novas fundações internacionais.
    A questão a nosso ver é que para John Rockefeller III e seu Conselho Populacional executarem seus projetos de controle populacional exigiria ações intermináveis de práticas anti-democráticas, como tomar decisões de interesses nacionais sem consultar a Nação, bem como o desmantelamento da Igreja em todos os seus fundamentos, a inversão de valores, o investimento para alteração dos julgamentos morais e éticos dos indivíduos e da sociedade, além da divulgação e convencimento de que não há vida humana antes do nascimento, algo impossível de se conseguir diante das evidências tecnológicas e científicas do mundo atual.
    Não precisamos convencer os que promovem o aborto sobre a veracidade dessas afirmações, diz o MDV. Os que realmente planejam as ações sabem muito bem que é assim. Limitado ao jogo limpo e democrático, a questão do aborto inevitavelmente perde. Nos Estados Unidos cunhou-se a expressão “rights by steal” para designar o processo, retirada literalmente dos próprios memorandos dos que promovem o aborto, e que em português se traduziria aproximadamente como “a obtenção do direito através do assalto”. Um exemplo disso deu-se já no início do movimento pela legalização do aborto naquele País. O primeiro Estado americano a legalizar o aborto, mas apenas até o terceiro mês de gestação, foi o Colorado, em 1968. Surgiu em seguida uma contra reação tão forte nos parlamentos estaduais que ficou claro que o resultado final do processo que se desdobraria a partir daí seria claramente a favor da vida. Foi então preciso recorrer à Suprema Corte de Justiça para que, usurpando as atribuições que deveriam pertencer ao Legislativo e impedindo o livre debate democrático que estava em curso, através da apresentação de um caso de estupro ocorrido no Texas que depois revelou-se falso pela confissão dos próprios autores, o aborto pudesse finalmente ser amplamente legalizado, durante todos os nove meses da gravidez, por uma súbita imposição de cinco dos nove juízes da Suprema Corte.
    Em janeiro de 1973, pela célebre decisão Roe x Wade, a Suprema Corte de Justiça dos Estados Unidos decidiu que o aborto deveria ser legal, em todo o país, durante todos os nove meses da gravidez, sem necessidade de que a mulher, do primeiro até o sexto mês, apresentasse nenhum motivo para pedir o aborto e, a partir daí, do sexto até o nono mês, bastando apenas que ela apresentasse qualquer motivo.
    No Brasil, passados quase quatro décadas, a imprensa não divulgou ainda, uma única vez, como o judiciário americano obrigou todos os estados da federação a instituir o aborto livre e legal durante todos os nove meses da gravidez. A mídia brasileira não divulga estas notícias pelo receio de tornar a população brasileira ainda mais contrária à legalização do aborto do que ela já é.
    Ora, qualquer projeto que, para vencer, deva ocultar constantemente seu modo de proceder e subverter os princípios democráticos e que, para consolidar-se, deva propor-se a destruir a Igreja, “alterar os julgamentos morais e éticos dos indivíduos e da sociedade”, e desafiar as evidências mais manifestas que surgem todos os dias graças à ciência, não poderia nunca ter sido considerado, por nenhum estrategista sensato, como um projeto de futuro. Um projeto como este, ainda que criado pelas poderosas organizações Rockefeller e Ford, é um projeto falido em seu próprio princípio.
    Hoje, pertence ao senso comum espantar-se pela falta de visão do projeto do Partido Nazista alemão, do qual era possível prever a viabilidade pelas reações praticamente insuperáveis que acabaria por suscitar. No entanto, não é difícil entender que um estrategista isento, sentado junto a uma mesa de trabalho e comparando friamente ambas as propostas, teria que concluir que o projeto nazista, já insustentável a longo prazo, teria ainda assim, tecnicamente considerado, maiores probabilidades de êxito do que o projeto Ford e Rockefeller. É espantoso observar o quanto os envolvidos nestes projetos não conseguiam perceber afirmações tão evidentes.
    Porém, mais espantoso do que isto, é observar agora o Partido dos Trabalhadores, que não estava envolvido com estas questões, ter decidido, com a total aprovação do presidente Lula, diante de uma população crescentemente contra a legalização do aborto, atirar-se contra a sua base e contra a Igreja que o ajudou a organizar-se. O PT, aliando seu próprio projeto político ao projeto internacional do aborto está fadado a afundar junto com ele. E, se isto já não mostrasse suficientemente um caso gravíssimo de miopia política, o Partido acrescenta-lhe a condenação unânime de dois dos seus mais valorosos militantes, que mais claramente haviam percebido as verdadeiras dimensões do problema.
    Os deputados Luiz Bassuma – BA e Henrique Afonso – AC, foram apresentados à nação como homens honestos. Se o Partido queria expulsá-los, a coisa mais fácil para isso teria sido flagrá-los e acusá-los de corrupção, coisa comum entre políticos. Não conseguiu fazê-lo. Em vez disso, atestou publicamente que nada encontrou nos acusados que pudesse comprometê-los, exceto haverem defendido o direito à Vida.
    Em segundo lugar, os deputados foram apresentados à nação como políticos capazes de serem fiéis aos seus ideais e às suas propostas de trabalho. O julgamento mostrou que estes homens não puderam ser comprados pela ameaça, pelo desprezo, ou pela própria expulsão do Partido a que serviam.
    A violência envolvida neste julgamento do Partido dos Trabalhadores não é apenas um grave golpe à defesa da dignidade da vida humana e à liberdade de expressão no Brasil. Ela representa um sinal claro da existência de um compromisso programático contra o direito à vida por parte do atual Governo Federal.
    O Brasil está enfrentando o maior e mais ordenado ataque já desencadeado contra a dignidade da vida humana que houve em sua história. É necessário esclarecer de onde ele vem, como ele age, e como o governo brasileiro decidiu envolver-se com esta agenda monstruosa.
    Que Deus em sua infinita sabedoria proteja aos que vendo a luz da verdade não se omitem na luta em defesa da vida, pois nesta luta não é o grito dos infanticidas que devemos temer, é sim o silêncio dos bons.

    Iraponan Chaves de Arruda – É Formado em Gestão de Segurança Pública pela Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL e é Coordenador Executivo do Comitê Pernambucano da Cidadania Pela Vida – Brasil Sem Aborto.

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